segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Vale – últimas notícias e análise gráfica

A CISA (China Iron & Steel Association) voltou a destacar o otimismo dos produtores locais. Boa parte deste sentimento vem da recuperação dos preços no mercado spot, além do aço negociado para construção civil chinesa, que subiu 5,2% na semana passada, de acordo com dados da Umetal (Web site com informações sobre aços e matérias-primas com grande reputação na China).

O governo vai fiscalizar de perto o mercado de aço para apurar a prática de dumping (venda por preço abaixo do custo para afastar concorrentes), como alegam as siderúrgicas brasileiras. É o que afirmou o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, nesta segunda-feira (09/02/09).

Na última sexta-feira (6), a ArcelorMittal negou oficialmente rumores a respeito de uma possível venda da siderúrgica de Tubarão. Os interessados, segundo os boatos, eram Usiminas (USIM5) e Vale (VALE5), esta última em uma joint venture com a chinesa BaoSteel.

O principal motivo dos boatos serem apenas boatos é o fato de a unidade de Tubarão ser considerada como "a jóia da coroa" da siderúrgica, já que apresenta um dos menores custos de produção do setor mundial. Além disso, a rede operacional da ArcelorMittal no Brasil depende diretamente da unidade de Tubarão sendo também uma parte importante da estratégia global da companhia.

Assim como a Usiminas, a Vale afirma que não teria muitos motivos para comprar a unidade de Tubarão. A mineradora já foi acionista da siderúrgica - antiga CST - e vendeu sua participação em 2004, para poder concentrar seus recursos no setor de mineração. Além disso, investir em siderúrgicas já instaladas não faz parte da estratégia atual da Vale.

Análise gráfica – o gráfico diário a seguir mostra a tendência de alta ganhando força (-Di em queda, +Di maior que –DI e ADX em ascensão). No gráfico semanal, vê-se claramente o descolamento em relação ao Ibovespa, além disso, +Di cruza acima de –Di pela primeira vez desde junho de 2008.

O (possível) início desta tendência havia sido aventado no informativo de 09/01/2009. Naquela ocasião os papéis da Vale haviam fechado o pregão cotados a R$28,23 (VALE5) e R$31,85 (VALE3) e hoje fecharam a R$31,52 (+11,65%) e R$37,60 (+18,05%) respectivamente.


Gráfico Diário



Gráfico Semanal



quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Vale fez a segunda maior captação da NYSE em 2008

A Vale fez a segunda maior captação nas Bolsas de valores de Nova York e Paris, na plataforma Nyse Euronext no ano de 2008. Ficando atrás apenas da captação da Visa, que movimentou US$ 20 bilhões, a Vale conseguiu captar US$ 12 bilhões em julho de 2008.

O ranking foi divulgado pela própria Nyse Euronext, a qual negocia mais de 40% dos valores negociados em bolsas de valores no mundo.


Gráfico diário Vale x Ibovespa



O gráfico acima mostra que a tendência de curto prazo é de alta há cerca de uma semana (quando +Di ficou acima de –Di e ADX começou a subir). Os preços fecharam o dia 03/02/2009 em R$ 29,00, ligeiramente abaixo do suporte de R$ 29,37.


Gráfico semanal Vale x Ibovespa


O gráfico acima mostra que a tendência (de queda) de médio prazo perdeu força a partir de 23/12/2008 (quando +Di inclinou-se para cima, –Di e ADX inclinaram-se para baixo).

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Vale: compra de ativos de minério de ferro e potássio

A Vale (VALE5) informou que celebrou com a Rio Tinto contrato de compra e venda para a aquisição, mediante pagamento a vista, de ativos de minério de ferro e potássio. O valor a ser pago pelos ativos de minério de ferro será de US$ 750 milhões e os depósitos de potássio serão adquiridos por US$ 850 milhões, totalizando US$ 1,6 bilhão.

Minério de ferro – o negócio envolve 100% das operações de mineração de minério de ferro a céu aberto de Corumbá, no estado do Mato Grosso do Sul, e ativos de logística, incluindo porto fluvial e barcaças. Corumbá produziu 2,0 milhões de toneladas métricas (Mt) de minério de ferro em 2008 e possui capacidade nominal para produzir 2,5 Mt por ano. Possuía ao final de 2007 reservas provadas e prováveis de 210 Mt, com teor de ferro de 67,0%, e recursos minerais de 583 Mt, com 62,7% de teor de ferro. A aquisição de Corumbá esta sujeita a aprovação de órgãos do Governo brasileiro.

Potássio – o negócio envolve 100% do projeto Rio Colorado, localizado nas províncias de Mendoza e Neuquen, na Argentina, e 100% do projeto Regina, província de Saskatchewan, no Canadá. O Rio Colorado compreende o desenvolvimento de mina com capacidade inicial de produção de 2.4 Mt de potássio (cloreto de potássio, KCI) e potencial para expansão até 4,35 Mt, construção de ramal ferroviário com extensão de 350 km, porto e planta de geração de energia elétrica. Os recursos minerais estimados chegam a 410 Mt. Regina encontra-se em estágio de exploração, tendo potencial para produção anual estimada de 2,8 Mt de KCI. A área do projeto já conta com infraestrutura para suprimento de água, energia e serviços de logística, permitindo o transporte do produto final ate Vancouver na costa oeste do Canadá, o que facilitara o acesso ao mercado asiático.

Petrobras – Balança comercial 2007-2008

A Petrobras enviou ao mercado a seguinte comunicação:

“Balança Comercial

Rio de Janeiro, 27 de janeiro de 2009 – PETRÓLEO BRASILEIRO S/A - PETROBRAS, [Bovespa: PETR3/PETR4, NYSE: PBR/PBRA, Latibex: XPBR/XPBRA, BCBA: APBR/APBRA], uma companhia brasileira de energia com atuação internacional, informa o saldo da Balança Comercial da Companhia no ano de 2008, calculado com base nas exportações e importações de petróleo e derivados registradas em conformidade com as normas contábeis nacionais e internacionais utilizadas pela Companhia, sem considerar os dados de gás natural, gás natural liquefeito (GNL) e nitrogenados. Segue abaixo tabela com detalhamento das informações:



Em Milhares de Barris Diários
Jan a Dez/2008 Jan a Dez/2007
Importações
Óleo 373 390
Derivados 197 148
570 538
Exportações
Total de exportações de Óleos 439 353
Total de exportações de Derivados 234 262
673 615
Exportações Líquidas (Óleos e Derivados) 103 77

Em milhões de US$
Jan a Dez/2008 Jan a Dez/2007
Importações (*)
Óleo 14.102 10.420
Derivados 8.071 4.396
22.173 14.816

Exportações (**)
Total de exportações de Óleos 13.755 8.326
Total de exportações de Derivados 7.490 6.561
21.245 14.887
Exportações Líquidas (Óleos e Derivados) -928 71

*Valores FOB (sem o FRETE e o SEGURO)

**As exportações foram apuradas com base no valor total da transação, independentemente de modalidade comercial”

Petrobras descobre importante acumulação de gás em águas rasas

A Petrobras enviou ao mercado a seguinte comunicação:

“Descoberta de Importante Acumulação de Gás em Águas Rasas da Bacia de Santos

Rio de Janeiro, 26 de janeiro de 2009 - PETRÓLEO BRASILEIRO S/A - PETROBRAS, [Bovespa: PETR3/PETR4, NYSE: PBR/PBRA, Latibex: XPBR/XPBRA, BCBA: APBR/APBRA], uma companhia brasileira de energia com atuação internacional, comunica que o Consórcio formado pela Petrobras (63% - Operadora) e Repsol (37%), para a exploração do Bloco BM-S-7, informa que a perfuração do poço 6-BRSA-661-SPS (6-SPS-53), localizado em águas rasas da parte sul da Bacia de Santos, no estado de São Paulo, comprovou a presença de espessa coluna de gás em reservatórios acima da seção salífera. 210 Km a sudeste da cidade de Santos, na costa do Estado de São Paulo, em lâmina d'água de 214 m (Figura abaixo). Sua perfuração faz parte das atividades exploratórias do Plano de Avaliação do poço 1-BSS-68, aprovado pela ANP, que havia constatado a presença de gás em reservatórios arenosos da seção pós-salífera.

A descoberta foi confirmada através de testes a cabo realizados nos reservatórios arenosos situados a partir de 3970 metros de profundidade.

O Consórcio dará continuidade às atividades exploratórias através da realização de testes de formação a serem realizados nos intervalos de gás já constatados, quando então será possível declarar a comercialidade desta jazida.

Esta descoberta tem grande importância devido ao potencial de produção de gás em águas rasas no sul da Bacia de Santos.”




Petrobras – Plano de Negócios 2009 – 2013

A Petrobras enviou o seguinte comunicado ao mercado:

“PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. - PETROBRAS

Companhia Aberta

FATO RELEVANTE

Plano de Negócios 2009 – 2013

Rio de Janeiro, 23 de janeiro de 2009 – PETRÓLEO BRASILEIRO S/A - PETROBRAS, [Bovespa: PETR3/PETR4, NYSE: PBR/PBRA, Latibex: XPBR/XPBRA, BCBA: APBR/APBRA], uma companhia brasileira de energia com atuação internacional, comunica que seu Conselho de Administração aprovou, nesta data, o Plano de Negócios 2009-2013.

O Plano de Negócios 2009-2013 tomou como premissa o posicionamento estratégico definido no Plano Estratégico 2020. O Plano foi revisto e atualizado, levando-se em consideração mudanças no panorama da indústria quanto às incertezas macroeconômicas, os novos níveis de preços, oferta e demanda de petróleo & derivados, custos, aspectos geopolíticos e recursos críticos.

O Plano de Negócios não incorporou possíveis reduções de custos, no entanto, a companhia reconhece que o cenário é de queda nos preços e vai trabalhar fortemente para reduzir os custos dos bens, produtos e serviços usados em seus investimentos.

Mantendo o comprometimento de desenvolvimento sustentável temos como meta a ampliação da atuação nos mercados-alvo de petróleo, derivados, petroquímico, gás e energia, biocombustíveis e distribuição, sendo referência mundial como uma empresa integrada de energia.

A Visão da companhia de se tornar uma das cinco maiores empresas integradas de energia do mundo, tendo como pilares desse desenvolvimento a rentabilidade, responsabilidade social e ambiental e crescimento integrado, também foi mantida.

O Plano de Negócios 2009-2013 mantém metas agressivas de crescimento para a Companhia e incorpora recursos destinados a exploração e desenvolvimento das descobertas de petróleo na chamada camada pré-sal.

De acordo com o estabelecido no Plano de Negócios 2009-2013 as metas de produção de petróleo no Brasil são as seguintes: 2.680 mil barris de óleo por dia (bpd) em 2013, 3.340 mil bpd em 2015 e 3.920 mil bpd em 2020.

Além do Sistema Piloto de Tupi, que iniciará produção em 2010, estão previstos para o período (2009-2013) três sistemas para produzir no pré-sal da Bacia de Santos sendo Tupi 1 e Guará 1 em 2012 e Iara 1 em 2013. A adição de novos projetos de produção fez com que a meta 2015 do PN 2008-2012, de 2.812 mil bpd, se elevasse em 528 mil bpd.

Incluindo o gás natural, a produção doméstica alcançará 3.310 mil barris de óleo equivalente por dia (boed) em 2013, 4.140 mil boed em 2015 (685 mil boed a mais do que a meta do PN 2008-2012) e 5.100 mil boed em 2020.

No refino, a carga fresca processada no Brasil em 2013 será de 2.270 mil bpd. Estamos reafirmando nossa estratégia de crescer a capacidade de refino, buscando o equilíbrio com o crescimento da produção de petróleo da Petrobras, atendendo os níveis de qualidade de produtos requeridos pelo mercado. Nesse sentido, em 2011 entra em operação a Refinaria Abreu e Lima (Pernambuco). Em 2012 entra em operação o COMPERJ, em 2013 a refinaria Premium I e em 2014 a Premium II.

As metas internacionais também refletem o crescimento integrado da Companhia com estimativas de produção de óleo e gás de 341 mil boed em 2013.

A estimativa de produção de óleo e gás da Petrobras no Brasil e no exterior para 2013 é de 3.651 mil boed.

Considerando, pela primeira vez, as descobertas da camada pré-sal na Bacia de Santos, o plano prevê investimentos de US$ 174,4 bilhões, até 2013, representando uma média de US$ 34,9 bilhões por ano, sendo 90% (US$ 157,3 bilhões) no Brasil e 10% (US$ 16,8 bilhões) no exterior. Este montante representa um aumento de 55% em relação ao Plano anterior.

Quando comparado como PN 2008-2012 destaca-se o crescimento dos investimentos nos segmentos de E&P (aumento de 71%) cujo montante deve atingir US$ 92 bilhões, ou 53% dos US$ 174,4 bilhões aprovados para o período 2009-13. O segmento de Abastecimento, com 27% de participação, teve seus investimentos elevados para US$ 46,9 bilhões, representando 46% de aumento na comparação com o plano anterior. Destaca-se também o crescimento dos investimentos em Gás e Energia em 139%, representando 7% do total. Na atividade internacional, os investimentos seguem concentrados na área de Exploração e Produção, com foco na América Latina, Oeste da África e Golfo do México e o segmento de biocombustíveis receberá US$ 2,4 bilhões, por meio da nova subsidiária, Petrobras Biocombustível.

O crescimento dos investimentos deve-se a: US$ 47,9 bilhões referentes a novos projetos, US$ 17 bilhões referentes a aumento de custos devido ao aquecimento do mercado de equipamentos e serviços para o setor, US$ 2,9 bilhões em razão da alteração da premissa cambial e o restante referente a outros fatores tais como mudança no escopo dos projetos, no modelo de negócio, etc.

Dos US$ 47,9 bilhões em novos projetos, a área de E&P responde por 76,4% do montante, ou seja, US$ 36,6 bilhões. Pela primeira vez a companhia está empenhando esforços significativos na avaliação, desenvolvimento e produção de descobertas na chamada camada pré-sal das Bacias de Santos e do Espírito Santo. Dos novos projetos, cerca de US$ 28 bilhões relacionam-se com o desenvolvimento do Pré-Sal.

Em 2013, a meta de produção de óleo para o pré-sal é de 219 mil bpd. Já em 2015 essa produção atingirá 582 mil bpd e em 2020 1.815 mil bpd. Em 2013 a produção de gás natural do pré-sal disponibilizada para venda deve atingir aproximadamente 7 MMm3/d e em 2020 cerca de 40 MMm3/d.


A revisão do plano incorporou o novo cenário econômico e financeiro mundial, incluindo seus efeitos sobre o preço do petróleo, dentre outras variáveis. No entanto, se por um lado as flutuações de preço afetam as expectativas de receita no curto-prazo, o que pode acarretar em necessidades de substanciais captações durante 2009 e 2010, para fazer frente aos volumes de investimento, o consenso de mercado de preço médio do Brent para o período 2009-2013 é significativamente superior ao preço atual da commodity, o que leva o plano a ser consideravelmente ‘autofinanciável’.

Apesar da crise financeira atual, o balanço entre oferta e demanda de petróleo no longo prazo encontra-se apertado. Espera-se para o ano de 2009 uma capacidade excedente de produção em função da queda de demanda, fenômeno não observado desde 2000, no entanto, tal fenômeno não deve perdurar já que, a nível mundial, há esgotamentos dos campos existentes e um grande esforço de investimento está sendo direcionado para compensar o declínio de produção. A Petrobras trabalha com um preço médio do Brent de US$ 42 para analise de financiabilidade, alavancagem e retorno.

A meta de alavancagem financeira média de 25-35% está mantida e a Petrobras continuará buscando financiamento em várias fontes de recursos no Brasil e no exterior, seja no mercado de capitais, bancário, de securitização, agências de fomento, etc.

Durante a revisão do Plano, também foram analisadas as premissas quantitativas relacionadas ao crescimento da economia mundial, taxa de câmbio, preços e margens do petróleo e derivados.

Para 2009 estão previstos investimentos de US$ 28,6 bilhões. Baseado ao preço médio de US$ 37 para o Brent, há necessidade de captar será de US$ 18,1 bilhões. Hoje já temos assegurado um volume de US$ 11,9 bilhões através do BNDES e mais US$ 5,0 bilhões de outras fontes.

Almir Guilherme Barbassa

Diretor Financeiro e de Relações com Investidores

Petróleo Brasileiro S.A. – PETROBRAS”

(grifos meus)

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

VALE – análise e últimas notícias

Após a queda expressiva dos preços dos papéis da Vale na Bovespa, estes se tornaram extremamente atraentes para alguns investidores. Este é o momento de comprar ações da Vale?

A maior parte das receitas da Vale vem da China e regiões que atualmente estão com melhores taxas de crescimento econômico. Os últimos resultados mostram isso. Além disso, os elevados ratings da Vale permitem que a empresa capte recursos a custos baixos.

É bastante provável que haja redução significativa de preço nos contratos de fornecimento. Entretanto, parte das perspectivas negativas já está incorporada ao preço das ações.

Assim como outras empresas exportadoras, a alta do dólar é benéfico para a Vale, pois o impacto positivo sobre as receitas compensa a variação dos custos, apesar de piorar a situação da dívida em dólar.

Motivos de otimismo dos investidores:

· A Vale é líder mundial na produção de minério de ferro;

· A qualidade superior do minério de ferro produzido pela Vale é reconhecida;

· O potencial de crescimento da Vale é maior do que o dos concorrentes em função dos mercados em que atua.

· A empresa conta com estrutura de custos bastante competitiva em relação a seus concorrentes internacionais;

· A empresa apresenta solidez histórica;

· A empresa atua ativamente no processo de consolidação do setor;

· Alta capacidade de geração de caixa;

· Logística eficiente;

· Bons ratings reduzem os custos para a tomada de empréstimos no Brasil e no exterior;

· O oligopólio da indústria de mineração traz grande poder de barganha nas negociações para reajustes;

· Os investimentos realizados proporcionam menor dependência da participação do minério de ferro no faturamento da companhia e possibilitam a ampliação dos mercados.

Pontos de atenção:

· Existe cada vez menos projetos de boa qualidade associados a baixos custos;

· Está sujeita a falta de equipamentos, serviços e mão-de-obra especializada em momentos de forte expansão do setor;

· Investimentos possuem um longo prazo de maturação;

· O desaquecimento da economia mundial pode levar a uma queda na demanda por minério;

· Difícil planejamento e previsibilidade de resultados pela volatilidade dos preços dos metais;

· Há vulnerabilidade quanto às condições políticas, econômicas e regulatórias nos países em que atua.

· Há grande concentração das exportações para países asiáticos, principalmente para a China;

· A percepção dos riscos dos investidores internacionais em relação ao Brasil pode prejudicar a capacidade de financiar os projetos de expansão e aquisições;

· Há desaquecimento da demanda externa, em especial no Hemisfério Norte;

· Os preços das principais matérias-primas estão em alta.

Análise gráfica: A indefinição na direção dos preços desde 29/10/2008 parece ter chegado ao fim (declínio do “-di”, crescimento do “+di” e elevação do “adx”). Talvez uma nova tendência de alta esteja se formando, visto que nos últimos 5 pregões o “+di” ficou superior ao -di” e houve elevação do “adx”. Os papéis fecharam, em 08/01/2008, a R$28,51, pouco acima da resistência de R$27,72.


quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

ARCZ6 – comentários e análises

A queda dos preços dos papéis da Aracruz (ARCZ6) em 2008, a segunda maior da Bovespa, é devida à divulgação dos resultados do 3o. trimestre daquele ano e ao cenário de incerteza quanto à demanda mundial por matérias-primas. A Aracruz apresentou um prejuízo líquido de R$1,6 bilhão, conseqüência direta de um resultado financeiro líquido negativo de R$2,5 bilhões, impactado pela contabilização de perdas de R$2,1 bilhões com operações de derivativos.

A empresa continua negociando com os bancos a reestruturação dos valores das operações com derivativos. É bastante provável que a empresa consiga um acordo com os bancos ou uma ajuda do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para resolver os problemas financeiros oriundos das perdas com derivativos.

Para o futuro, a Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa) prevê que o Brasil vai produzir 12,8 milhões de toneladas de celulose em 2009 (7% a mais que em 2008).

Motivos que justificam o otimismo dos investidores:

· A Aracruz é a principal produtora de celulose de eucalipto do mundo;

· A Aracruz possui custo de produção extremamente competitivo, entre os mais baixos do mundo;

· Estão de volta os rumores de fusão com a Votorantim Celulose e Papel (VCPA4);

· A recente valorização do dólar frente ao real pode melhorar a rentabilidade com receita de exportação, influenciando positivamente o caixa da companhia;

· As exportações garantem hedge natural frente ao endividamento em moeda estrangeira;

· A logística da empresa deverá ser beneficiada com a aquisição da Riocell;

Pontos de atenção:

· A atividade tem como característica o comportamento cíclico dos preços;

· Existe um auto de infração recebido no final de 2005 que traz a possibilidade de perda do benefício fiscal da Agência de Desenvolvimento do Nordeste (ADENE), o que já foi apurado e se acrescido de juros, atinge aproximadamente R$211 milhões;

· A apreciação cambial piora o endividamento em dólar da companhia, além de gerar impacto negativo no resultado financeiro (apesar das exportações compensarem esse efeito);

· A Exposição à contratos de derivativos cambiais complexos podem trazer maiores perdas contábeis e também ao caixa da companhia;

· Dentre as empresas do setor de celulose e papel, a Aracruz sem dúvida foi a que apresentou o pior resultado líquido no 3o. trimestre de 2008.

A análise gráfica de 06/01/2009 mostra final da tendência de queda em 09/12/2008 (declínio do “-di”, crescimento do “+di” e queda do “adx”) e início de tendência de alta a partir de 19/12/2008 (“+di” > “-di”), tendência confirmada pela elevação do “adx” em 05/01/2009. Os papéis fecharam a R$2,72, aproximando-se da resistência de R$2,97.



Siderúrgicas pressionam Obama por ajuda de US$1 trilhão

Segundo o Ney York Times, executivos do setor siderúrgico estão pressionando o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, a aprovar um programa de investimento para construir estradas, pontes, redes de energia elétrica, escolas, hospitais e unidades de tratamento de água, durante os próximos dois anos, para aumentar a demanda por aço produzido nos EUA e ajudar a resgatar a economia nacional. O valor foi estimado em US$ 1 trilhão.

O setor estaria fazendo lobby sobre a equipe de transição de Obama para projetos de infraestrutura que exijam grandes volumes de aço.

CSN oficializa venda de 40% da Namisa por US$3 bilhões

Por meio de um comunicado oficial, a CSN ( CSNA3 ) informou que concluiu a venda de 40% do capital votante e total da subsidiária Namisa para a Big Jump Energy por US$ 3,08 bilhões.

Informações sobre o negócio já haviam sido comunicadas por este informativo em 23/12/2008.

A Big Jump tem como acionistas as seguintes concorrentes da CSN: Itochu Corporation; JFE Steel; Nippon Steel; Sumitomo Metal Industries; Kobe Steel, Nisshin Steel e Posco.

Do montante inicial, aproximadamente US$ 3,04 bilhões foram utilizados pela Big Jump para integralização de ações subscritas em aumento de capital da Namisa, mediante emissão de novas ações. Os 60% restantes da Namisa ficaram em guarda da CSN.

De acordo com a CSN, o montante recebido pela Namisa foi utilizado no pagamento de determinados valores devidos nos termos dos contratos de venda de minério de ferro bruto e prestação de serviços portuários.

Estrangeiros retiraram R$24 bilhões da Bovespa em 2008

O ano de 2008 apresentou o recorde de fuga de capital estrangeiro na Bolsa de Valores de São Paulo - Bovespa. De janeiro a 26 de dezembro, segundo dados da Bovespa, a diferença entre compra e venda de papéis somou R$24,6 bilhões. É o pior desempenho desde 1994, quando a Bolsa começou a publicar esse acompanhamento. O pior ano tinha sido 2007, quando os estrangeiros retiraram R$4,2 bilhões.

A situação, entretanto provocou o aparecimento de boas oportunidades de negócio. Isso porque a desvalorização dos papéis desde o início da crise internacional foi grande.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Petrobras está fora do Índice de Sustentabilidade Empresarial da Bovespa, mas integra o Dow Jones pelo terceiro ano consecutivo

A carteira teórica de ações do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), divulgado em novembro pela BM&F Bovespa, surpreendeu o mercado com a saída da Petrobras.

“O ISE tem por objetivo refletir o retorno de uma carteira composta por ações de empresas com reconhecido comprometimento com a responsabilidade social e a sustentabilidade empresarial, e também atuar como promotor das boas práticas no meio empresarial brasileiro” - informações retiradas do site da própria Bovespa.

O ISE foi criado pela BOVESPA, em conjunto com várias instituições (ABRAPP, ANBID, APIMEC, IBGC, IFC, Instituto ETHOS e Ministério do Meio Ambiente).

A exclusão da Petrobras do ISE, entretanto não trouxe qualquer efeito sobre a demanda pelo papel nas bolsas de valores.

A saída é atribuída à não adesão a práticas de responsabilidade ambiental, especialmente no que se refere à redução do teor de enxofre no combustível.

A Petrobras divulgou nota explicando as notícias divulgadas na imprensa sobre o teor de enxofre no óleo diesel e afirma que vem sendo alvo de uma campanha articulada com o objetivo de atingir a imagem da Companhia e questionar a seriedade e eficiência de sua administração.

Por entender que o grupo de pessoas e entidades responsável por essa campanha contra a Companhia encontra respaldo no Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, a Petrobras decidiu pelo seu desligamento da entidade.

Segundo a Petrobras “o grupo de pessoas que atua de forma deliberada e difamatória contra a Petrobras é composto por integrantes das Secretarias de Meio Ambiente dos Estados de São Paulo e Minas Gerais, Secretaria do Verde e Meio Ambiente da Cidade de São Paulo, e de algumas organizações não-governamentais que se intitulam representantes da sociedade civil de São Paulo”.

Segundo a Bovespa, o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social está suspenso do Conselho Deliberativo do ISE no período da carteira 2008/2009.

Por outro lado, a Petrobras conquistou, pelo terceiro ano consecutivo, o direito de participar da composição do Índice Dow Jones de Sustentabilidade World (DJSI), o mais importante índice mundial de sustentabilidade e que é usado como parâmetro para análise dos investidores social e ambientalmente responsáveis.

A Petrobras é reconhecida como uma das 20 companhias mundiais do segmento de petróleo e gás e uma das oito empresas brasileiras mais sustentáveis de acordo com o DJSI, que avalia os desempenhos econômico, ambiental e social de mais de 2.500 empresas em 57 setores, em todo o mundo. Atualmente, apenas 20 empresas mundiais de petróleo e gás integram o índice.

De acordo com os critérios de avaliação do índice, a Petrobras se destacou por sua transparência, gestão da marca, desempenho ambiental, biodiversidade, desenvolvimento de recursos humanos e cidadania corporativa, permitindo que sua pontuação total aumentasse de 70 em 2007 para 73 em 2008.

A permanência no índice também demonstra o reconhecimento do empenho da Companhia, nos últimos anos, na área ambiental e na transparência de seus processos contábeis, de divulgação e em governança corporativa.

A Petrobras também foi reconhecida através de pesquisa da Management & Excellence (M&E) a petroleira mais sustentável do mundo, com a pontuação de 92,25%, a companhia é considerada referência mundial em ética e sustentabilidade, considerando 387 indicadores internacionais, entre eles queda em emissão de poluentes e em vazamentos de óleo, menor consumo de energia e sistema transparente de atendimento a fornecedores.

Os critérios para o ranking levaram em conta a adequação a padrões internacionais, como os da Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Pacto Global da ONU, os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), a presença no Índice Dow Jones de Sustentabilidade e a apresentação do Balanço Social e Ambiental, segundo as orientações do Global Reporting Initiative (GRI).

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

CSN - Comissão das Comunidades Européias aprova parceria com a Namisa

A CSN enviou o seguinte comunicado:

“A COMPANHIA SIDERURGICA NACIONAL, em complemento ao Comunicado ao Mercado divulgado em 4/11/2008 e aos Fatos Relevantes divulgados em 29/09/2008, 17/10/2008 e 21/10/2008 sobre a parceria estratégica envolvendo a alienação de 40% do capital da Nacional Minérios S.A. (“NAMISA”), vem informar aos seus acionistas e ao público em geral, que a operação foi aprovada sem ressalvas pela Comissão das Comunidades Européias (Commission of the European Communities), o que permitirá que o closing aconteça nos próximos dias.”

(FONTE: CSN – RELAÇÕES COM INVESTIDORES)


segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Usiminas compra fábrica de tubos

A Usiminas anunciou em 18/12/2008 a compra da gaúcha Zamprogna, distribuidora de aço e fabricante de tubos, por R$ 160 milhões. Para analistas, a aquisição sinaliza dois movimentos significativos da empresa: melhora a distribuição de seus produtos e da um passo importante na direção da área de petróleo.

A aquisição da companhia, que atua principalmente no Rio Grande do Sul, permitirá a Usiminas ter uma operação de distribuição na região que era explorada pela CSN e a Gerdau praticamente sozinhas. A outra mudança é que a companhia passa a atuar no segmento de tubos de aço com costura. O produto é usado, por exemplo, pela indústria de petróleo.

O valor da aquisição não é tão significativo, mas demonstra que a empresa passou a ser menos conservadora e mais agressiva. Neste caso, a Usiminas deixou para trás ArcelorMittal, CSN e Gerdau. O bloco de controle da Usiminas é composto pela Nippon Steel, Votorantim, Camargo Corrêa e Vale.

Desde que Marco Antônio Castello Branco assumiu a presidência em junho, no lugar de Rinaldo Campo Soares, que ficou por 18 anos no comando da companhia, essa mudança de atitude da empresa era esperada.

A Zamprogna é uma das maiores fabricantes independentes de tubos de aço com costura do País. No ano passado, ela processou 270 mil toneladas. O volume é pequeno se comparado ao que é produzido pelo grupo Usiminas - em 2008, a previsão é de 7 milhões de toneladas de aço -, mas a compra foi feita de olho em uma nova área de atuação e na possibilidade de melhorar a distribuição da companhia mineira.

As ações da Usiminas chegaram a subir 3,5% quando a aquisição foi anunciada, mas fecharam o dia (18) em alta de apenas 0,36%.


domingo, 21 de dezembro de 2008

Demissões rondam CSN: 300 já perderam o emprego

O Sindicato dos Metalúrgicos de Volta Redonda e Região Sul Fluminense afirma que a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) demitiu nesta semana pelo menos 300 funcionários de suas unidade de Volta Redonda, no sul do Rio.

Segundo o Sindicato, a empresa vem pressionando os trabalhadores a flexibilizar os contratos e ameaçou dispensar 3 mil empregados diretos, sendo 1,2 mil em dezembro e mais 1,8 mil em janeiro, além de cortar até 60% dos empregos terceirizados.

Por hora, a ameaça de demissões foi afastada: as negociações retomam em janeiro. Espera-se uma recuperação no mercado automotivo após as medidas tomadas pelo governo para estimular as vendas.

Sem divulgar números, a assessoria de imprensa da CSN confirmou apenas que "está antecipando demissões de rotina (turnover) que aconteceriam em dezembro e janeiro". Ainda de acordo com a nota da empresa, "as demissões não têm relação com a crise econômica, cujas discussões com o Sindicato dos Metalúrgicos ainda não se encerraram. Nestes desligamentos, a prioridade é para os colaboradores que já estão em processo de aposentadoria ou já se aposentaram".

A CSN anunciou que no início da semana que vai dar férias coletivas para dois mil empregados e paralisar algumas unidades de produção a partir do dia 22 de dezembro por um período de 20 dias. As medidas foram tomadas para ajustar a produção da companhia à queda na demanda por laminados e outros produtos de aço, devido à crise financeira mundial.



Agência de risco Moody’s revisa avaliação de siderúrgicas

A agência de classificação de risco Moody’s Investors Service revisou a perspectiva do rating das notas de dívida garantidas pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), da Gerdau e da Votorantim.

Os ratings foram revisados de positivo para estável.

Em 21 de novembro, a Moody"s já havia alterado a perspectiva do setor de siderurgia global de estável para negativa, em razão do crescente enfraquecimento da demanda por produtos siderúrgicos e o rápido declínio dos preços do aço devido a atual crise econômica. A Moody’s avalia que com a pressão negativa, os preços devem continuar a cair.

Parlamentares paulistas aprovam venda da Nossa Caixa

São Paulo - Projeto de lei que autoriza a venda da Nossa Caixa para o Banco do Brasil foi aprovado pela Assembléia Legislativa de São Paulo, em sessão que só acabou na madrugada de 18/12/2008. No acordo para a aprovação, ficou acertado que o Banco do Brasil deve manter o emprego dos funcionários, garantindo integralmente seus direitos, e não fechar agências da instituição.

Banco do Brasil cria linha de crédito especial para o setor de autopeças

O Banco do Brasil anunciou a criação de uma linha de crédito especial, para o setor de autopeças, de até R$3 bilhões, com juros mais baixos, para o pagamento de impostos federais e estaduais, como a PIS/Cofins, IPI, ICMS e as contribuições para o Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) e Previdência Social. O dinheiro também pode financiar o pagamento do 13º salário.

Algumas empresas têm atrasado o pagamento de tributos para manter em dia gastos com fornecedores e salários visto que há pouco dinheiro em caixa e dificuldade para tomar empréstimo.

Houve um pedido do sindicato – Sindipeças - que mostrou a situação e alegou que o segmento enfrenta alguma dificuldade por questões sazonais no quarto trimestre e que, neste ano, o quadro foi agravado pela crise.

Atualmente, o Banco do Brasil tem cerca de 3 mil clientes do segmento de autopeças.

O juro praticado no empréstimo deverá ser entre 15% a 20% mais baixo que o cobrado nas linhas tradicionais de capital de giro. Além disso, haverá carência de até três meses para o início dos pagamentos. O financiamento poderá ser quitado em até 12 parcelas.

Geração Futuro amplia participação na Bradespar

Após ter anunciado o aumento de participação na Usiminas em 10/12/08, tornando-se o maior acionista da companhia depois do bloco controlador, a Geração Futuro amplia sua participação em mais uma companhia aberta: os fundos, clubes e carteiras administradas sob gestão da Geração Futuro passaram a deter 8,08% das ações preferenciais da Bradespar, equivalentes a 5,25% do capital total da companhia.

Essa ação consolida a estratégia da Geração Futuro de deter participações relevantes no capital de um número reduzido de empresas, capazes de proporcionar resultados crescentes e consistentes ao longo do tempo.

A Geração Futuro é uma das maiores gestoras de renda variável do Brasil e já tem participações relevantes, superiores a 5% das classes de ações, deem Usiminas, VCP, Randon, Taurus, Fras-Le, Celesc e Bradespar. A empresa é também uma grande investidora no capital de Petrobras, Gerdau, Vale do Rio Doce, Weg, Plascar e Guararapes. Observe o quadro abaixo extraído do relatório de 30/06/2008, da própria Geração Futuro.






sábado, 20 de dezembro de 2008

Petrobras - Distribuição de Juros Sobre Capital Próprio

A Petrobras enviou o seguinte comunicado:

“Rio de Janeiro, 19 de dezembro de 2008 - PETRÓLEO BRASILEIRO S/A - PETROBRAS, [Bovespa: PETR3/PETR4, NYSE: PBR/PBRA, Latibex: XPBR/XPBRA, BCBA: APBR/APBRA], uma companhia brasileira de energia com atuação internacional, comunica que consoante disposições estatutárias, o Conselho de Administração, reunido nesta data, aprovou a distribuição antecipada de remuneração aos acionistas, sob a forma de juros sobre o capital próprio, conforme previsto no artigo 9º da Lei 9.249/95 e Decretos nº 2.673/98 e 3.381/00.

O valor a ser distribuído, no montante de R$ 7.019 milhões, correspondente a um valor bruto de R$ 0,80 por ação ordinária ou preferencial, está sendo provisionado nas demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2008 e a data de pagamento será fixada pela Assembléia Geral Ordinária a ser realizada em 08 de abril de 2009, com base na posição acionária de 26 de dezembro de 2008.

A partir de 29 de dezembro de 2008, as ações passarão a ser negociadas ex-juros sobre capital próprio.

Nos termos dos decretos nº 2.673/98 e 3.381/00, em razão do pagamento ser realizado após 31 de dezembro de 2008, serão aplicadas as variações da taxa SELIC, desde 31 de dezembro de 2008 até a data do efetivo pagamento. Esses juros sobre o capital próprio deverão ser descontados da remuneração que vier a ser distribuída no encerramento do exercício social de 2008, e estão sujeitos à incidência de 15% (quinze por cento) de imposto de renda na fonte, exceto para os acionistas que declararem ser imunes ou isentos.”

(FONTE: PETROBRAS – RELACIONAMENTO COM INVESTIDORES)